As melhores crônicas brasileiras?

Comportando 62 nomes da literatura do país, “As Cem Melhores Crônicas Brasileiras” é uma coletânea de observações sobre o cotidiano de distintas épocas.
LITERATURA BRASILEIRA PARA GOSTOS DIVERSOS

A primeira parte da obra – 1850 a 1920 – carrega textos de Machado de Assis, Lima Barreto, José de Alencar, João do Rio e Olavo Bilac, por exemplo.

O segundo período – 1920 a 1950 – ostenta crônicas de autores como Rubem Braga, Vinícius de Moraes, Oswald de Andrade, Rachel de Queiroz, Mario de Andrade, Alcântara Machado, Mario de Andrade e Graciliano Ramos.

A terceira parte dá conta dos anos 1950, com escritos de Rubem Braga, Carlos Drummond de Andrade, Nelson Rodrigues, Fernando Sabino, entre outros.

O período seguinte – referente à década de 1960 – é composto por escritores como Stanislaw Ponte Preta, Nelson Rodrigues, Millôr Fernandes e Clarice Lispector.

Nos anos 1970, Caetano Veloso, Chico Buarque, Ivan Lessa, Lourenço Diaféria e Campos de Carvalho são exemplos de autores a serem encontrados.

No contexto referente aos anos 1980, Luiz Fernando Verissimo, João Ubaldo Ribeiro, Caio Fernando Abreu, Lygia Fagundes Telles, Moacyr Scliar e João Ubaldo Ribeiro são algumas das propostas.

A década de 1990 apresenta textos de Otto Lara Resende, Carlos Heitor Cony, Ignácio de Loyola Brandão, Mario Prata, Marcos Rey, Luis Fernando Verissimo, entre outros.

Nos anos 2000, Arnaldo Jabor, Xico Sá, Carlos Heitor Cony, Tuty Vasques, Marcelo Rubens Paiva, Danuza Leão, Martha Medeiros, João Paulo Cuenca, Ricardo Freire, André Sant’Anna e Antonio Prata são os representantes.

Composto por 354 páginas, o livro é uma sugestão bastante interessante para entender detalhes da rotina brasileira ao passar das décadas: costumes, contrastes de comportamento e também as diferenças de linguagem e tipos - tudo na visão de grandes nomes da literatura local. Um relato, em suma, de valores ao longo dos anos - na literatura e nas gentes.


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